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  • Reconhecendo E Corrigindo Más Oclusões Em Desenvolvimento

Reconhecendo E Corrigindo Más Oclusões Em Desenvolvimento

Eustáqui A. Araújo/Peter H. Buschang

REF.: DEP0955

R$ 346,00

Ou em até 3x de R$ 115,33



EDIÇÃO

1ª/2018

EDITORA
Dental Press
PÁGINAS
258
ISBN
9788588020955
FORMATO
21 x 28
ENCADERNAÇÃO
Brochura
RESUMO

Professores de Ortodontia são frequentemente confrontadas com perguntas ‘capciosas’, em que o interlocutor só busca saber se o/a professor (a) comunga de sua visão. Dentre as perguntas mais comuns está: “Você ensina tratamento precoce aos seus alunos?” Por experiência, sei que se a resposta vai de encontro à visão do interlocutor, uma conversa de grande acordo se segue, e que se a resposta não vai de encontro à sua visão, uma conversa de grande divergência se seguirá, de modo que prefiro responder não da maneira esperada, mas estimulando o raciocínio. Minha resposta poderia ser “Sim, ensinamos tratamento precoce e tratamento tardio e também tratamento muito precoce  e muito tardio. Também realizamos tratamento de uma fase, duas fases, três, quatro, cinco, seis, sete, oito, até nove fases de tratamento... ou mais, se preciso for.”
Claro, esta resposta é muito desconcertante e eu sou solicitado a explicar o que quero dizer - o que fico feliz em fazê-lo. Para fornecer suporte à minha resposta, forneço vários exemplos. Um deles, falo sobre um estudo que foi realizado há muito tempo por um ex-aluno de pós-graduação chamado Greg Dyer 1 . Ele estudou duas amostras tratadas, uma de meninas adolescentes e outra semelhante de mulheres adultas e comparou os resultados dos tratamentos realizados. Uma informação importante foi obtida, no grupo de adolescentes, ele encontrou que o crescimento forneceu 70% da correção (i.e. a mandíbula superou a maxila) enquanto apenas 30% foi devido ao movimento dos dentes. Na amostra adulta, o crescimento foi nulo, ou em alguns casos a maxila superou a mandíbula e a quantidade de movimento dentário que foi necessário para corrigir a má oclusão foi de 119% - isto é, o ortodontista teve que fazer todo o trabalho, e ainda mais, para compensar o crescimento deficitário, a fim de corrigir o problema. Para mim, esta é uma ampla evidência de que é melhor tratar precocemente (como adolescente) em oposição à tardiamente (como adulto) nesta situação em particular. Este exemplo aponta para o significado da minha resposta à pergunta colocada anteriormente. Não é se eu sou tendencioso para acreditar apenas no tratamento precoce ou apenas no tratamento tardio como uma escolha única que deve ser feita, mas sim que a questão só pode ser respondida no contexto da situação que é apresentada. Neste exemplo, minha resposta seria tratar precocemente (neste caso, adolescência) quando você é confrontado com uma adolescente de Classe II; não espere até que se tornem adultas.
No caso do tratamento realizado em múltiplas fases, novamente é o contexto da situação do paciente que determina o que fazer. Há uma abundância de pesquisas e experiências clínicas disponíveis que sugerem que um paciente com fenda palatina é melhor tratado precocemente e muitas vezes ao longo de muitos anos, de acordo com os muitos tipos de tratamentos que estão dispostos em muitas fases. Há também perguntas sobre quantas fases de tratamento devem estar envolvidas em um caso de cirurgia ortognática. Então, o ponto que eu estou tentando discutir é que pouco importa se um ortodontista “acredita” no tratamento precoce ou não, e faz pouca diferença se ele “acredita” em tratamentos monofásicos ou em algum outro número de fases. O que realmente importa é que o ortodontista avalie a condição que o paciente apresenta e, em seguida, aplique a melhor evidência disponível para a situação ao decidir, se, quando e como, o tratamento deve ser executado. Acreditar de outra forma sugere que o profissional possa decidir a abordagem antes mesmo de ver o paciente. Mas, adotar uma abordagem pré-fabricada raramente é a melhor opção, porque os pacientes são todos individualizados.
O que se segue nas páginas a serem apresentadas é uma informação combinada (algumas antigas, mas a maioria novas) sobre genética, crescimento normal e anormal do esqueleto craniofacial e desenvolvimento da oclusão. Essas informações servirão de base para a compreensão e a determinação do momento do tratamento. Você também encontrará informações importantes sobre a construção de um diagnóstico, plano de tratamento e estimativa do prognóstico, todos com base em registros diagnósticos disponíveis produzidos por tecnologias antigas e novas. Todos os três tipos de classes de má oclusão de Angle serão considerados em termos de desenvolvimento, etiologia e tratamento; esse é o recheio desse livro. Finalmente, serão fornecidas informações sobre certos tópicos de destaque, como a biomecânica, e o que pode ser considerado “temas órfãos”, incluindo problemas relacionados à irrupção, função, estética, ausência congênita de dentes, autotransplante e hábitos. Então, em que aspectos esse livro é diferente dos livros anteriores sobre o tema do tratamento ortodôntico precoce e preventivo? Considerando os comentários feitos anteriormente neste prefácio, este livro é baseado em evidências disponíveis, não em tendência, paixão ou fé; ele pretende fazer você pensar e depois aplicar o que está comprovado. Este livro também é diferente no fato de que os autores são muito experientes cada um em suas próprias áreas, e cada um é conhecedor do valor da ciência atual e do conhecimento que a ciência gera. Aqueles leitores que estão abertos ao desenvolvimento de novas informações e novas ideias devem aproveitar e abraçar o conhecimento e a orientação aqui contidos. Para aqueles que são muito tendenciosos em seus pensamentos e ações, não tenha medo de ler este livro; ele abrirá sua mente e ajudará você a ajustar seus pensamentos e ações de forma positiva.
Tenha uma boa leitura; eu penso que você vai achar que vale a pena o esforço em termos de pensamento e, em seguida, ações fundamentadas que serão benéficas para seus pacientes.


Rolf G. Behrents


SUMÁRIO

1 Um guia para o momento adequado do tratamento ortodontico 
2 Evolução da oclusão: o que fazer e quando fazer 
3 Diagnostico da dentadura mista: quantificando o grau de severidade da ma oclusão em desenvolvimento . 
4 A genetica da oclusao dentaria e a ma oclusao 
5 Classe I: Reconhecendo e orrigindo desvios intra-arcada 
6 Reconhecendo e corrigindo a má oclusão da Casse II
Reconhecendo e corrigindo a má oclusão da Casse III
8 Tópicos especiais  

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